Onde Tudo Começou
Depois de muitos anos trabalhando com casas de acolhimento para meninos, Andy e Rose seguem a direção de Deus e dão início ao sonho da ReaViva. O dia em que conheceram três meninas, abusadas sexualmente pela própria mãe, eles sabiam que precisavam fazer algo para ajudar as meninas da cidade.
A Organização Britânica ‘Revive’ é Fundada
Um dos primeiros passos na realização do sonho de uma casa de acolhimento para meninas foi a fundação da organização britânica, pelo qual a maior parte dos recursos financeiros passa.
A ONG Reaviva é Fundada no Brasil
ReaViva é fundada e tem início o longo e burocrático processo para o começo do trabalho.
‘Reaviva nas Ruas’ Começa
A primeira equipe de voluntários de Reaviva começa a levar café, sanduíches e roupas aos moradores de rua da cidade, onde eles também conversam e oram pelas pessoas encontradas. Foi durante uma dessas visitas de madrugada que a primeira menina foi encontrada e levada a casa de ReaViva em 2014.
Primiera Casa Comprada
Finalmente temos em nossas mãos as chaves da primeira da casa de Reaviva. Após uma campanha milagrosa, arrecadamos os valores necessários e cumprimos as burocracias e questões legais. Começamos os trabalhos de preparação para receber as meninas no início do próximo ano.
Primeira Casa de Reaviva Oficialmente Aberta
Este momento em que estamos é um grande passo na história de Reaviva. A casa se torna a primeira e única da cidade exclusiva para meninas…mais de 60 meninas passaram por Reaviva desde então…
Reaviva EUA é Fundada
Reaviva agora está registrada nos EUA como uma organização sem fins lucrativos, nos tornando ainda mais internacionais! Isso expande nossa base de suporte para nossos amigos americanos.
Expansão da Visão de Reaviva
Deus está trabalhando colocando a cidade de Olinda no coração de muitas pessoas. Tivemos um aumento incrível em nossos recursos humanos, o que ajuda Reaviva a ampliar seu alcance de trabalho e missão. Desta forma, pode atuar nas áreas de Prevenção, Adoção e acolhimento familiar, advocacy e proteção e cuidado com o meio ambiente, além do trabalho que já realizamos desde nossa fundação. Além disso, Reaviva tem se tornado conhecida como um centro de treinamento para missões e já tem sua primeira turma.
Segunda Casa Comprada
Graças a uma doação extremamente generosa, Reaviva pôde realizar um sonho de longa data e adquirir a casa vizinha à sua primeira casa. Este foi nosso primeiro passo para abrir uma casa de acolhimento para bebês e crianças da primeira infância.
Inauguração da Casa ‘Kelsey’
Embora o sonho de Reaviva seja fechar essas casas de acolhimento e fazer a transição para que tenhamos o sistema de acolhimento familiar como principal sistema de acolhimento em nossa cidade, por enquanto, é necessário e urgente uma segunda casa. Por isso, foi construída e inaugurada uma nova casa para atender e garantir os direitos de meninas e meninos de 0 a 6 anos.
A Situação
Por causa da desigualdade social brasileiro, milhões de crianças vivem perto ou abaixo da linha de pobreza. Muitas estão vulneráveis ao abuso físico e à exploração sexual – até das suas próprias famílias. Devido ao abuso, algumas crianças fogem às ruas onde elas se tornam ainda mais vulneráveis à exploração. Outras ficam presas dentro da sua família abusiva até que são encontradas e resgatadas.
Uma pesquisa governmental feito com algumas das meninas sendo prostituídas anotou que a idade média do seu primeiro abuso sexual foi apenas 10 anos de idade.
Quando uma criança ou adolescente precisa ser afastado do convívio familiar e acolhido, eles são colocados dentro de uma das milhares de casas de acolhimento no Brasil. As condições físicas de algumas destas casas são precárias, deixando as crianças e adolescentes mais uma vez expostas ao abuso e negligenciadas do seu direito à uma família e convívio comunitário.
ReaViva atua em várias áreas para ajudar mudar essa realidade atual; prevenir que crianças e adolescentes estão afastadas da sua família; providenciar um serviço de alta qualidade para as crianças e adolescentes atualmente acolhidos em nossas casas de acolhimento; mudar, gradualmente, para acolhimento familiar; e lutar para procurar uma família segura para cada criança ou adolescente que precisa, através da reintegração familiar ou a adoção.
